Não é mais uma tendência, é lei: Por que a adequação à NR-1 em saúde mental não pode mais ser adiada?
O calendário é objetivo: 26 de maio de 2026. A partir dessa data, a nova redação da NR-1 passa a produzir efeitos concretos sobre a forma como as empresas organizam, gerenciam e respondem pelos riscos relacionados à saúde mental no ambiente de trabalho. Não se trata de uma tendência futura ou de um debate acadêmico — é uma mudança normativa com repercussões práticas relevantes.
Durante muito tempo, temas como estresse ocupacional, burnout e assédio foram tratados como questões subjetivas ou meramente gerenciais. A nova NR-1 altera esse cenário ao exigir que riscos psicossociais sejam identificados, avaliados e gerenciados, nos mesmos moldes aplicados aos riscos físicos e ambientais. A omissão deixa de ser invisível. Os riscos não podem mais ser ignorados!
Os números ajudam a dimensionar o problema: em 2024, o Brasil registrou mais de 470 mil afastamentos por transtornos mentais. Esse contexto reforça a atenção do poder público, da fiscalização do trabalho e do Judiciário para a forma como as empresas estruturam suas jornadas, metas, fluxos e relações hierárquicas. A tendência é de maior rigor na análise da responsabilidade empresarial, especialmente quando inexistem políticas, registros ou planos de ação voltados à gestão desses riscos.
A NR-1 não impõe apenas procedimentos formais. Ela exige uma revisão concreta da organização do trabalho, com impactos diretos sobre metas excessivas, sobrecarga de funções e ambientes que favoreçam adoecimentos psíquicos. Ignorar esse movimento normativo significa operar em desalinhamento com o padrão regulatório que passa a ser exigido pois será ampliado o olhar fiscalizatório sobre a gestão de riscos psicossociais e sobre a responsabilidade das empresas na prevenção de adoecimentos relacionados ao trabalho.
Diante desse cenário, a conformidade com a NR-1 não é uma opção, mas uma exigência incontornável. A verdadeira questão é como sua empresa abordará essa complexidade: enfrentando os desafios de forma reativa e desprotegida, aguardando a fiscalização e buscando soluções emergenciais sob pressão, ou optando por uma análise jurídica estratégica e preventiva, que mapeia vulnerabilidades, orienta decisões fundamentadas e estrutura medidas robustas, alinhadas ao novo marco regulatório. Somente com o devido suporte jurídico é possível navegar com segurança por essa nova paisagem regulatória e assegurar a tranquilidade de sua operação.
A BRG Advogados oferece a clareza e o suporte jurídico especializado para que sua empresa tome as decisões corretas, protegendo-se dos riscos iminentes e consolidando sua reputação.
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Fonte: Migalhas




